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O perigo do ativismo e distração. Hb 12:1-2. Pr. Edenir Araújo - Culto de Celebração - 20/10/2019


“1 Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta (vida cristã), 2 olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.” Hb 12:1-2

Me parece que o nosso tempo esta cada vez mais escasso. Nossa vida esta cada dia mais corrida ou apressada. Familia, trabalho, escola, filhos, igreja, etc. Essa correria diária nos tem causado estresse, ansiedade, preocupação, etc. Um dia tem 24 horas ou 1440 minutos ou 86400 segundos, e parece que esse tempo esta voando, pois termina o dia e sobra tarefas.

O trânsito estava realmente infernal naquele dia. Depois de uma jornada de trabalho tensa, com problemas e mais problemas para resolver, inúmeros e-mails e telefonemas para responder, tudo o que Paulo mais queria era chegar em casa, comer algo, afundar no sofá da sala e assistir a qualquer coisa na televisão. Porém, os minutos desperdiçados no trânsito se transformaram em horas. Quando chegou a sua casa, já era noite. Entrou, tirou os sapatos, jogou a pasta em um canto, deu um “oi” apressado para a esposa e mal viu os dois filhos que brincavam no tapete. Tomou uma ducha morna, vestiu roupas confortáveis e sentou-se à mesa de jantar. – Tem alguma coisa para comer? – perguntou secamente. A esposa respondeu: – Sua mãe ligou agora há pouco. Reclamou que você não vai visitá-la há muitos meses. – Ela sabe que não tenho tempo. Tenho mais o que fazer. Contas a pagar. Problemas para resolver. E a nova supervisora não larga do meu pé... mulher complicada! Parece que tem medo do futuro, de que a empresa quebre. É difícil trabalhar com ela. Está me deixando louco! – É só disso que você fala ultimamente: problemas, contas, a supervisora. Percebeu ao menos que seus filhos estão ali na sala? O Marquinhos perguntou a tarde toda a que horas você chegaria. Paulo rebate: – Todo dia é a mesma coisa? Só cobrança, cobrança! Me cobram no trabalho, me cobram em casa! Pensa que é fácil sustentar a família sozinho? Essas últimas palavras atingiram Sílvia em cheio. Não era justo. Ela havia sido afastada do trabalho por motivos de saúde, e ele sabia disso. Claro que era bom passar mais tempo com as crianças, mas ouvir as reclamações do marido dia após dia estava se tornando insuportável. – Nossos filhos estão crescendo e mal conhecem o pai. Isso para não falar do nosso casamento... Paulo diz nervoso: – Você pode me dar um tempo? Estou cansado, com dor de cabeça e sem paciência para essa conversa. Naquele momento, a filha de Paulo, uma garotinha de seis anos, com cabelos encaracolados e belos olhinhos, aproximou-se do casal e entregou um envelope para o pai, que respondeu rispidamente: – Agora não, filha! Não vê que sua mãe e eu estamos conversando? Ele colocou o papel no bolso de qualquer jeito, ignorando a menina que se afastava com lágrimas nos olhos. – Você é um estúpido, mesmo! Não vê o que está fazendo com sua família? – Pra mim já chega! Vou para o quarto. Perdi a fome – devolveu Paulo. Ele tinha a nítida sensação de que estava perdendo o controle de seu mundo. O homem tão seguro, tão cheio de si não estava conseguindo administrar a própria vida. Pensamentos negativos tomavam conta dele. O cérebro parecia ferver, e lembranças ruins do passado pioravam tudo. O corpo de meia-idade estava excessivamente fatigado devido à falta de exercícios físicos. E como ter tempo para isso? A supervisora estressada vivia lhe pedindo relatórios. Ele não queria saber de pensar em nada mais. Só queria descansar, dormir e, quem sabe, nem acordar. Quando se deitou de lado, sentiu algo no bolso. Pegou o envelope amassado, abriu-o e encontrou uma cartinha escrita com giz de cera. Sentindo o estômago revirar, ele leu: “Papai, eu te amo, preciso do teu colo”.

Quem nunca se sentiu como o personagem da história narrada, esmagado por compromissos e incapaz de lidar com tantas coisas ao mesmo tempo? Quem nunca teve vontade de jogar tudo para o alto e fugir para uma ilha deserta? Infelizmente, cada vez mais estamos nos sobrecarregando de tarefas diversas e incontáveis compromissos. Isso tem sido fator de estresse e ansiedade.

Uma pesquisa feita com 1500 pessoas, constatou que um terço dos entrevistados sente que raramente tem tempo para refletir sobre as tarefas que realizam adequadamente. Mais de 50% normalmente são obrigados a fazer malabarismo com uma quantidade excessiva de tarefas simultâneas ou são interrompidos tantas vezes que sentem dificuldade para concluírem seus trabalhos. Outra pesquisa, feita ao longo de um ano inteiro, constatou que as pessoas não só mudam de tarefa a cada três minutos durante o dia, como também a metade das interrupções são iniciadas por elas mesmas. As pessoas estão tão atordoadas que não conseguem focar e dar atenção concentrada nas atividades que executam.

Alguém pode estar pensando: “Mas pastor, isso é coisa normal nos dias de hoje...”. Sim, eu sei que isso parece normal, mas não é. O ser humano é unifocal, não foi criado para multitarefas, foi criado para executar uma tarefa por vez. Deus quando criou o homem disse: “Adão, você vai lavrar e guardar o Edem”.

As muitas atividades e compromissos nos ocupam e nos esgotam fisicamente e mentalmente, nos tornando improdutivos e frustrados. Agora o pior de tudo isso é que muitos cristãos estão deixando de priorizar seu tempo com Deus e com a igreja do Senhor trazendo um grande dano para suas vidas e também para a igreja.

Uma poderosa arma apontada para os cristãos

Queridos, o inimigo das nossas almas tem muitas armas apontadas para os cristãos, mas especialmente uma delas tem causado grande prejuízo. Eu me refiro ao ativismo e distração. Parte da história do povo hebreu contada no livro de Êxodo nos ensina que houve uma época onde o povo de Deus voltou-se para buscar a face do Senhor, e por conta disso Deus decidiu liberta-lo.

“1 Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Midiã; e, levando o rebanho para o lado ocidental do deserto, chegou ao monte de Deus, a Horebe. 2 Apareceu-lhe o Anjo do SENHOR numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia. 3 Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima? 4 Vendo o SENHOR que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui! 5 Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. 6 Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus. 7 Disse ainda o SENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; 8 por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu. 9 Pois o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estão oprimindo.” Ex 3:1-9

Tempo com Deus, fator de livramento e provisão!

O tempo que os hebreus gastaram com Deus foi o gatilho que disparou a bênção do livramento e provisão. A liberdade de um povo estava diretamente ligada à disposição de estarem ocupados com Deus. Eles trabalhavam como escravos, mas não negociaram seu tempo de consagração.

Moisés vai até Faraó

Após ter essa experiência com Deus, Moisés relutou em obedecê-lo, porém quando decidiu ir até Faraó pleitear a libertação do povo Hebreu, ouviu do Rei do Egito:

2 Respondeu Faraó: Quem é o SENHOR para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o SENHOR, nem tampouco deixarei ir a Israel. 3 Eles prosseguiram: O Deus dos hebreus nos encontrou; deixa-nos ir, pois, caminho de três dias ao deserto, para que ofereçamos sacrifícios ao SENHOR, nosso Deus, e não venha ele sobre nós com pestilência ou com espada. 4 Então, lhes disse o rei do Egito: Por que, Moisés e Arão, por que interrompeis o povo no seu trabalho? Ide às vossas tarefas. 5 Disse também Faraó: O povo da terra já é muito, e vós o distraís das suas tarefas. 6 Naquele mesmo dia, pois, deu ordem Faraó aos superintendentes do povo e aos seus capatazes, dizendo: 7 Daqui em diante não torneis a dar palha ao povo, para fazer tijolos, como antes; eles mesmos que vão e ajuntem para si a palha. 8 E exigireis deles a mesma conta de tijolos que antes faziam; nada diminuireis dela; estão ociosos e, por isso, clamam: Vamos e sacrifiquemos ao nosso Deus. 9 Agrave-se o serviço sobre esses homens, para que nele se apliquem e não dêem ouvidos a palavras mentirosas.” Ex 5:2-9

Obs: Existem dois tipos de trabalho neste mundo. Ou você lavra e guarda o Jardim do Edem, ou trabalha como escravo servindo a Mamon.

O que é atenção?

Uma das melhores definições de atenção que já encontrei vem do ano longínquo de 1890, quando as pessoas ainda sabiam o que isso significava. É uma definição do psicólogo e filósofo norte-americano William James:

Atenção é a ação em que a mente toma posse, de forma clara e vívida, de um entre vários objetos ou linhas de pensamento simultaneamente possíveis. Implica o afastamento de algumas coisas para poder ocupar-se efetivamente de outras. Atenção é o maestro do cérebro, o único capaz de dirigir harmonicamente a orquestra multifuncional da mente. Em suas diversas ramificações, estão as chaves não só para formas mais elevadas de pensamento, mas também para a moralidade e, até mesmo, para a própria felicidade.

Os dois tipos de crentes na igreja

Marta e Maria representam dois tipos de crentes nos dias de hoje.

“38 Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. 39 Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. 40 Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. 41 Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. 42 Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” Lc 10:38-40

Quantas vezes em nossas vidas procedemos como Marta, permitindo que a vida agitada e as preocupações diárias nos afastem do Senhor. Quando isso acontece, passamos a andar de um lado para o outro, sem uma direção certa e acabamos ansiosos, inquietos e preocupados.

O maior ansiolítico de todos os tempos!

Quantos de nós podemos viver a realidade do Salmo 23 confiando plenamente no Senhor?

1 O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará. 2 Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; 3 refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. 4 Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. 5 Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. 6 Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre.” Sl 23:1-6

Com toda certeza, você já leu e ouviu muitas vezes esse texto bíblico. Entretanto, eu gostaria de perguntar: Até que ponto você o tem experimentado? Quanto tempo tem passado, recentemente, em pastos verdejantes? Repousando – não correndo atrás de uma bola, um entretenimento ou de trabalho? Quanto tempo tem passado em pastos verdejantes? Qual foi a última vez que parou perto de águas tranquilas ou sentiu o Senhor refrigerar sua alma num verdadeiro ambiente de paz, clareza e restauração?

Voltando ao texto de Lucas 10, percebemos que Marta, como uma boa anfitriã, se ocupava dos serviços da casa. Certamente, assim como qualquer um de nós, Marta desejava oferecer ao Senhor o de melhor, queria agradá-lo. Talvez Marta quisesse mostrar a Jesus o seu lado prestativo, queria que ele a visse como uma mulher dedicada e zelosa. Esse era o perfil de Marta. E como ela estava ansiosa e preocupada, Marta se incomodou com o fato de sua irmã, Maria, não ajudá-la, de não se preocupar da mesma maneira. Creio que no lugar de Marta, isso também nos incomodaria. Tanto que poderíamos até pensar: “Puxa, eu aqui dando duro e Maria à toa!”.

O fato é que a ansiedade de Marta a impediu de perceber que sua irmã Maria estava descansada, livre de preocupações. Maria percebeu que sua atenção precisava estar voltada para o que dizia o seu Senhor. Marta, porém, colocou o serviço que fazia para Jesus acima dele próprio. Marta era a anfitriã adequada, Maria, a discípula perfeita.

Quem é você nessa história? Marta, com suas ansiedades e preocupações; ou Maria, a discípula que preferiu despreocupar-se de tudo e ouvir a voz do Mestre.

Valores invertidos

Me trás incomodo o fato de muitos deixarem de colocar o Senhor em primeiro lugar. Quando isso acontece, esquecemos de um fato muito importante: que a nossa “visita” quer apenas a nossa atenção, o nosso carinho. Deus quer a nossa atenção, sempre! Deus quer que estejamos livres de toda ansiedade, descansando nEle, ou melhor, lançando sobre ele toda a nossa ansiedade porque ele tem cuidado de nós (1Pe 5:7). Aleluia!

Eu ouço com frequência irmãos dizendo: “Pastor, hoje não vou para o culto, pois tenho de trabalhar...”. “Pastor, não vou entregar meu dízimo neste mês, pois preciso pagar minhas contas...”. “Pastor, não poderei participar da conferência, pois fui convocado para trabalhar...”.

O testemunho do irmão adventista do sétimo dia

Lembro-me de um irmão que passando por entrevistas numa seleção de candidatos a uma vaga de trabalho, teve de concorrer diretamente com ouro candidato. Indagado se poderia trabalhar aos sábados, o mesmo disse: “Não trabalho aos sábados, pois consagrei este dia a Deus”. Seu concorrente direto disse: “Eu posso trabalhar aos sábados, domingos e feriados”. Na hora da escolha, a opção do patrão foi pelo irmão. O empregador concluiu. “Se este rapaz tem esse nível de compromisso com Deus, que ele não vê e nem remuneração recebe para congregar, certamente será um funcionário comprometido com a nossa empresa”.

Dias atrás perguntei a um irmão: “Querido, você está lendo a Bíblia?”; sua resposta foi: “Estou sem tempo pastor...”. Perguntei ao outro: “Querido, vejo que você está enfrentando problemas diversos, você tem orado a respeito?”. O mesmo respondeu: “Estou sem tempo...”. 

Com a sua atitude, Maria nos mostrou como devemos proceder: escolhendo sempre a melhor parte, que é estar perto de Deus, entregando a nossa vida totalmente nas mãos dele. Mantendo uma vida simples, com tempo para ouvir a voz do nosso Mestre querido – Jesus. Para você que tem agido como Marta, aí vai uma dica especial: descansar em Deus não é deixar as coisas do dia-a-dia sem fazer. Não é isso. Descansar em Deus é entregar a sua vida por inteiro nas mãos dele sem deixar que a ansiedade impeça você de agir da maneira correta. Descansar em Deus é agir confiante na poderosa ação de Deus.

Num dos meus devocionais sobre a importância de evangelizarmos, eu conto a história de uma moça cristã que decidiu viver para si mesma.

“Conta-se a história de uma moça que ainda na adolescência, após ter se convertido ao Senhor rejeitou o seu chamado por ser muito jovem, muitos compromissos com amigos. Tempos depois, continuou rejeitando o chamado do Senhor por estar muito comprometida com seus estudos. Adiante, se envolveu com um rapaz e por conta disso não tinha tempo para a igreja. Anos depois, casada não podia se dedicar ao ministério, pois sua vida era para o marido. Com o nascimento do primeiro filho, as coisas ficaram ainda mais difíceis. Assim sucedeu com o segundo, terceiro e quarto filho. Na meia idade, seu amor pelo Senhor e sua igreja já havia se esfriado. Enfrentando problemas de saúde, já não tinha mais vigor para assumir compromissos com a igreja local. Envelheceu, e na sua velhice concluiu que a sua vida não havia valido a pena. Então, num leito de morte, essa irmã sussurrou dizendo: “A vida passou muito rápido... Tudo se foi... Deus me perdoe...”.

As distrações surgem com os encantos do mundo seduzem.

“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se, ou causar dano a si mesmo?” Lc 9:25

O inimigo nos ataca com atrativos que sempre tem boa aparência, algo agradável aos olhos. Foi assim desde o primeiro desvio.

“6 Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.” Gn 3:6

Provérbios nos orienta sobre o segredo para resolver todos os problemas da vida

“13 Retém a instrução e não a largues; guarda-a, porque ela é a tua vida. 14 Não entres na vereda dos perversos, nem sigas pelo caminho dos maus. 15 Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo; 16 pois não dormem, se não fizerem mal, e foge deles o sono, se não fizerem tropeçar alguém; 17 porque comem o pão da impiedade e bebem o vinho das violências. 18 Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. 19 O caminho dos perversos é como a escuridão; nem sabem eles em que tropeçam. 20 Filho meu, atenta para as minhas palavras; aos meus ensinamentos inclina os ouvidos. 21 Não os deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-os no mais íntimo do teu coração. 22 Porque são vida para quem os acha e saúde, para o seu corpo. 23 Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida. 24 Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios. 25 Os teus olhos olhem direito, e as tuas pálpebras, diretamente diante de ti. 26 Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam retos. 27 Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal.” Pv 4:13-27
 

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