20191016

Problemas, oportunidades para triunfar! Pr. Edenir. Culto de Celebração - 16/10/2019



18 Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. 24 Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? 25 Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos. 28 Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”.Rm 8:18; 24,25;28.

“Estamos certos de que Deus age em todas as coisas, com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano”. Rm 8:28 (Versão King James)

Como vivemos ainda num mundo caído, estamos sujeitos a vários tipos de sofrimentos e crises. Essas dificuldades aconteceram no tempo de Moisés, nos dias de José do Egito, na época do Rei Davi, na vida dos Profetas; vemos também o mesmo ocorrendo com Jesus, os seus discípulos e também com aqueles que os sucederam. Nesse tocante, nada mudou, pois as aflições fazem parte da vida. Querer viver neste mundo sem passar por crises é como mergulhar num rio e não querer se molhar. A sentença para todos os homens é...

Neste mundo vocês terão aflições, mas tenham coragem; eu venci o mundo.” Jo 16:33b

Assim, aprendemos que uma promessa em comum está regendo a vida de todos os homens.

Crises são cíclicas

Todos os homens, sem exceção, enfrentarão crises. E elas são cíclicas. As crises são cíclicas. Você se lembra do tempo em que José falou a Faraó sobre os 7 anos de vacas gordas e outros 7 anos de vacas magras? De tempos em tempos surgem os desafios e problemas. Porém, podemos ter certeza que o Senhor está no controle de todas as coisas. E o melhor é que podemos enxergar com bons olhos as crises e tirarmos preciosas lições delas.

Ler o texto base:

18 Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. 24 Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? 25 Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos. 28 Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”.Rm 8:28

“Estamos certos de que Deus age em todas as coisas, com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano”. Rm 8:28 (Versão King James)

Porque nos problemas estão a oportunidade do nosso triunfo?

1. Porque nas crises, exercitamos e desenvolvemos a nossa fé.

Quando tudo está bem na nossa volta, quando estamos prosperando e o vento está a favor, temos a tendência de não usarmos a nossa fé. Temos a tendência de nos acomodar e isso pode levar ao esfriamento. Podemos dizer que os problemas são como combustível para a nossa fé. Quando as coisas apertam, e surgem as dificuldades, entramos no “modo alerta”, e passamos a dar mais atenção a Deus e Sua palavra. Quanto maiores forem as adversidades, maior será a nossa busca pelo Senhor. Maior será o nosso tempo de clamor. Isso é o que se espera de um crente nascido de novo.

Até o modo da oração da pessoa muda na ora da dificuldade.

No meio das dificuldades é que aprendemos a confiar em Deus em vez de confiar em nós mesmos.

A sua glória está diretamente ligada ao seu problema. A sua vitória está conectada à sua aflição. Na sua luta está a oportunidade do seu triunfo! Nessa adversidade está a oportunidade de desenvolver a sua fé!!!

A nossa glória passa pelos problemas!

Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação...”. 2Co 4:17

A leve e momentânea tribulação é o fator do trinufo!

A glória de Davi era Golias. A glória de Elias foram os 850 profetas. A glória de Daniel era a cova dos leões. A glória de Jesus estava na cruz, no ápice da sua maior dor e sofrimento. A sua glória pode ser uma enfermidade, pode ser um vício, pode ser a perseguição, o medo, a escassez, o desemprego, a rejeição, a traição, etc.

A nossa glória é a vitória no meio da tribulação. Por isso Paulo disse que as tribulações produzem as nossas glórias.

É apenas nos tempos difíceis que a paciência e a perseverança se desenvolvem. Eu não preciso de paciência quando tudo está normal. Paciência e fé são matérias aprendidas na escola da tribulação. Quando você nasceu de novo, foi matriculado nessa escola.

Por isso Paulo escreveu:

“Mas o justo viverá pela sua Fé” (2:4).

Sim, o justo, o crente em Jesus, viverá pela sua fé. Por mais que o presente momento seja sombrio, o crente não deve ter a sua fé abatida.

17 Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, 18 todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação.” Hb 3:17-18
Este texto é uma declaração de fé num momento de crise inigualável. Faltariam figos, uvas, azeitonas, os campos não produziriam os alimentos. O Rebanho seria exterminado. Os currais ficariam sem gado. E qual é a atitude do profeta? Desespero? Inconformismo? Não. Fé! Habacuque nos ensina que a resposta à crise é a fé. Sua segurança não brota de emoções, mas de uma fé viva. E quem crê, não se abala.

“Aqueles que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, estão firmes sempre”. Sl 125:1

Na escola da tribulação vemos muitos crentes aborrecidos, murmuradores, emburrados com Deus e com o mundo. Façamos como Habacuque, mantenhamos a fé em Deus mesmo que Ele se mostre indiferente às nossas orações; manter a fé mesmo que suas respostas sejam inesperadas; manter a fé mesmo que Ele esteja usando instrumentos dolorosos para nos disciplinar e educar e ainda que venhamos a perder tudo, todavia, devemos nos alegrar no Senhor, pois Ele é a única riqueza que vai perdurar sempre.

“Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua alma para Jesus. Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida. Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou: - ‘É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado’.

O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o ferreiro:

‘Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente’.

O ferreiro deu uma longa pausa e continuou:

‘As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria. Agora com relação as tribulações que tenho enfrentado, eu sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer e gritar o aço. Mas a única coisa que peço é: Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas perdidas’.”


Porque nos problemas estão a oportunidade do nosso triunfo?

2. Por que nas crises somos alargados e amadurecidos em Deus.

“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; 4 e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança.” Rm 3:3

Uma vez que nossa fé é desenvolvida, agora ela precisa ser alargada. Os problemas nos esticam e nos distendem levando nossa fé a crescer. Todo fruto precisa de tempo para amadurecer. Todo cristão pode adquirir muito conhecimento rapidamente, todavia só o tempo vai amadurecer o fruto. Até o tempo da colheita, o fruto vai experimentar sol, chuva, ventos, etc. Tudo isso vai cooperar para que o processo de amadurecimento e crescimento aconteça.

A saudosa irmão Léia sempre me dizia: “Pastor Edenir, quando perdoamos uma ofensa, estamos dando ao outro, a oportunidade de nos ofender novamente.”

Antes eu não perdoava, então perdoei uma vez, depois passei a perdoar sete vezes, agora eu perdoo setenta vezes sete. Ninguém pode alcançar maturidade sem ser expandido por Deus. Como a capacidade de perdoar plenamente aconteceu? Pelas muitas ofensas sofridas.

Para expandir a nossa capacidade Deus permite que passemos por situações difíceis várias vezes. Deus usa os problemas, para nos quebrantar e nos tornar pessoas mais mansas, misericordiosas, mais flexíves e mais bondosas...

Ser alargado por Deus significa que depois de uma experiência ou situação você não consegue mais ser como era antes. Certos materiais possuem a propriedade física de serem expandidos e não mais voltarem ao tamanho original.

Depois de passar por uma aflição, você pode não ser ainda quem gostaria de ser, mas com certeza, você já não é mais a pessoa que você era”, você cresceu!!! Foi alargado!!!

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