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Mostrando postagens de Setembro, 2011

Deus está à procura de filhos obedientes. Mt 3:17 - Pr. Edenir Araújo - Culto de Celebração - 25/09/11

“Este é o meu filho amado em quem me comprazo.” Mt 3:17Nós somos uma igreja com grande encargo para gerarmos filhos para Deus, temos enfatizado isso nestes últimos anos, pois Deus deseja ter muitos filhos. Mas será que Deus quer somente filhos, ou ele também deseja que esses filhos sejam obedientes, sejam bons filhos. É claro que o nosso Pai celestial quer que sejamos bons filhos, ou seja, filhos aprovados por Ele. Veja então que não é só uma questão de ser filho, mas ser um filho aprovado por Deus.Acho que esse momento é oportuno para fazermos a seguinte pergunta: Eu tenho sido um filho obediente para com o Pai celestial?Antes de responder vamos fazer um teste e ver como anda o nosso relacionamento com o Pai celestial:Primeiro, eu gostaria de saber se você tem filhos? Se você tem, você pode responder com conhecimento de causa a minha próxima pergunta. Você gostaria que seu filho agisse com você, da mesma maneira que você age com Deus, ou seja, com seu pai celestial?Essa pergunta real…

O Poder do Memorial. Lm 3:21 - Pr. Edenir Araújo - Culto de Celebração - 18/09/11

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” Lm 3:21 Nós sabemos que um dos mandamentos da Bíblia que as pessoas mais ignoram, é o mandamento de fazer memoriais que contem aos nossos filhos, a nossa família, a próxima geração, os feitos de Deus. É preciso que os nossos descendentes e as pessoas que conhecemos saibam quem Deus é, e o que Deus fez e o que pode fazer para que os feitos de Deus sejam lembrados e contados e continuem acontecendo. “Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas.” Sl 9:1Deus é um Deus de princípios e um de seus princípios é: “Todos aqueles que o servem devem fazer memoriais dos seus feitos.”A celebração da ceia ou “Santa Ceia”, é um memorial que nos lembra os feitos de Jesus. “E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós;fazei isto em memória de mim.” Lc 22:19 Contar os seus feitos é importante para lembrarmos o que Deus fez. Como na santa ceia…

A Síndrome de Caim. Parte 2 - Gn 4:1-16 - Pr. Edenir Araújo - Culto de Celebração - 11/09/11

É a falta de uma boa atitude que tem desmantelado a vida de tantas pessoas. Uma vida de insucessos, seja na área espiritual, emo­cional ou física, começa com o envenenamento da atitude do nosso coração. Por isso, a cura começa também pelo tratamento dessa atitude. Foi a falta de uma atitude coerente com o propósito de Deus que levou Caim à ruína.
Sintomas da síndrome de Caim:
1. Incapacidade de assumir responsabilidades. Veja como o coração de Caim se revela ao apresentar a oferta. Ele não assume responsabilidades. Em vez de reconhecer seu erro ao ofertar, Caim irrita-se e rebela-se. Em vez de agir (atitude), ele reage! Ignoramos a proteção do seu não pela incapacidade de assumirmos nossas responsabilidades.
2. Viver a vida como se fosse uma competição. Ao perceber que a oferta de Abel fora aceita, em vez de ficar feliz com seu irmão, Caim se amargura, fica desgostoso. Caim vê a vida como uma competição. No mínimo, ele precisa empatar com os que vivem a seu lado. Sua oferta precisa ser, …

A Síndrome de Caim. Gn 4:1-16 - Pr. Edenir Araújo - Culto de Celebração - 04/09/11

Esboço baseado no livro "A Síndrome de Caim" escrito pelo pastor J. Jacó Vieira. Editora VidaIntroduçãoCaim foi o primeiro filho de Adão e Eva. Abel foi o segundo. Os dois nasceram como frutos do amor de seus pais. O nascimento de Caim foi motivo de alegria para sua mãe, que assim se expressou: "Com o auxílio do Senhor tive um filho homem". Certamente Adão e Eva devem ter criado seus filhos com o mes­mo carinho e amor distribuído a cada um deles. Imaginamos que lhes tenham contado as muitas histórias sobre o modo como vivi­am antes, no Éden, sobre os encontros pessoais que tinham com Deus e sobre como eram maravilhosas as conversas enquanto so­prava a brisa do dia. Certamente Caim e Abel receberam a mes­ma formação familiar. Eles conheciam a Deus, sabiam da justiça divina, bem como da misericórdia e da graça experimentada por eles e pelos próprios pais.Como quaisquer outros irmãos, eles tinham suas diferenças. Um se parecia mais com a mãe, o outro com o pai. Um que…