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2012 Ano de respirar MDA, ano de erradicar a orfandade nas nossas igrejas! Pr Edenir Araújo - Culto de Celebração - 01/01/12

“Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu.” Hebreus 2:13

Gênesis 1:26-27 Deus diz que devemos ser fecundos e tornar-nos pais de muitos filhos. O mandamento de ter filhos, é na verdade seja pai. Abraão foi chamado de pai de muitas nações. Durante muito tempo, enfatizamos sobre gerar filhos, sobre ganharmos almas para Jesus, mas nunca tivemos êxito na consolidação destes filhos. Gerar filhos para Deus é uma coisa diferente de ser pai, ou exercer paternidade sobre este filho.

A segui está uma oração que todo crente deveria orar:

Que o Senhor nos ajude a criar filhos que sejam maiores que nós, façam obras maiores que as nossas, saibam mais que nós, cresçam mais que nós, vão mais longe que nós, conheçam a Deus mais que nós, preguem melhor que nós, profetizem mais e melhor que nós, vejam mais que nós. Que sejam uma geração melhor que a nossa!

Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais. Provérbios 17:6

Fica muito claro que o êxito na vida de um homem é transmitir seus ensinos não só para os filhos, mas também para os netos. Os filhos devem aprender dos pais ao ponto de ensinarem aos seus próprios filhos. Deus no Antigo Testamento é chamado de Deus de gerações, isso está muito claro para os judeus. Era comum um judeu dizer que servia ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó, pois essa expressão revela um Deus de gerações.

Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Sl 127:3

Não é nobre rejeitar um presente, quanto mais quando este presente vem de Deus. Uma herança é uma conquista de um pai, que trabalhou muito e que depois decidiu entregar para os filhos que ama.
O chamado para a paternidade ou maternidade, não é opcional, mas uma ordem para todos os crentes. Mateus 28:19-20 deixa claro essa responsabilidade.

Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. Mateus 28:18-20

Tudo o que você está construindo nessa terra se não estiver sendo edificado para os filhos, será em vão!
Vamos ler o texto que está no Salmo 127:1-5

1 Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. 2 Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem. 3 Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. 4 Como flechas na mão dum homem valente, assim os filhos da mocidade. 5 Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta. Sl 127:1-5 (AA)

Um breve entendimento sobre esse texto pode iluminar nosso caminho rumo a paternidade espiritual e seus benefícios. Veja que este Salmo está dividido em duas partes, a primeira nos fala de construir algo, seja no profissional, conjugal, família, ministério, igreja etc. O Senhor Deus deseja participar das suas obras, pois do contrário, seremos sentenciados ao fracasso. A segunda parte do Salmo já nos fala dos filhos como um fator de bênção em nossas vidas, e diz mais, diz-nos o salmista que estes se forem criados no temor do Senhor, serão bênçãos para nós.

Paternidade Espiritual, erradicando a orfandade nos arraiais do povo de Deus!

“Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu.” Hebreus 2:13

A dificuldade que estamos vivendo na igreja por vermos Pais Espirituais em ação, vem do déficit relacional no exercício da paternidade no lar. O que somos em casa, seremos fora dela! Por isso, Lares fortes, Igrejas Fortes. Lares fracos, igrejas fracas. A síndrome de orfandade que tem assolado os lares brasileiros e no mundo está influenciando os nossos arraiais. A ausência, a omissão, a permissividade, a falta de modelo, a dificuldade de se trabalhar em equipe, a ausência de prestação de contas, bem, tudo isso é reflexo do estilo de vida de um povo que está vivendo à margem da revelação de Deus para os seus filhos. Creio firmemente ser este um dos fatores, talvez o principal, que tem gerado o grande déficit no discipulado. Veja quantos filhos recém-nascidos (recém-convertido) sem pais (discipuladores) nas igrejas! Estamos constantemente apelando para que discipuladores se disponham a ajudar os novos em seus primeiros passos da caminhada cristã. Nossas células e cultos estão recebendo centenas de pessoas todas as semanas e muitos estão se entregando a Jesus, quantos desses estão de fato sendo acompanhados como filhos???
Queremos o melhor de Deus para a igreja! Precisamos nos posicionar espiritualmente diante deste cenário! O ap. Paulo diz, em 2 Co 10:4-5 “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas, e toda a altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo,..”

É nesta fé que vamos caminhar e certamente vencer este desafio de ver a igreja exercendo em toda a sua plenitude o amor e o cuidado paternal para com os seus filhos! Para que possamos comparecer diante daquele que nos adotou, e dizer: “Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu.” Hebreus 2:13
Note que não diremos ao Senhor ...e os irmaos que Deus me deu.

Procura-se desesperadamente por pais e mães espirituais!!!

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