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Vencendo a crise através da Graça. 2Co 12:7-10. Pr. Edenir Araújo. Culto de Celebração - 28/09/15

“7 E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. 8 Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. 9 Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. 10 Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte.” 2Co 12:7-10

Introdução

“Por causa da grandiosidade daquelas revelações, para que eu não ficasse orgulhoso, recebi o dom de um obstáculo, que me mantém em contato permanente com minhas limitações. O anjo de Satanás fez o melhor que pôde para me derrubar, mas o que conseguiu foi me pôr de joelhos. Sem chance que eu ande de nariz empinado e orgulhoso! No princípio, eu não pensava nele como um dom, e pedi a Deus que o removesse. Repeti o pedido três vezes; então, ele me disse: Minha graça é o bastante; é tudo de que você precisa. Minha força brota da sua fraqueza. Assim que ouvi isso, achei melhor me resignar. Desisti de ficar pensando na limitação e comecei a apreciar o dom. Foi uma oportunidade para que a força de Cristo trabalhasse na minha fraqueza. Agora enfrento com alegria essas limitações, com tudo que me torna pequeno — abusos, acidentes, oposição, problemas. Simplesmente permito que Cristo assuma o controle! E, quanto mais fraco me apresento, mais forte me torno.” 2Co 12:3 (A Mensagem)

No texto compartilhado, vemos Paulo passando por uma extrema aflição. No limites de suas forças, como que num último recurso, Paulo ora três vezes ao Senhor e a resposta que o mesmo recebe é: “a minha graça te basta”. Meu Deus! Esse não é o tipo de resposta que se espera quando se está desesperado. Quando oramos a Deus, esperamos que o Senhor providencie a resposta de imediato. E esperamos também que a resposta seja arrancar o problema de nós. Mas o que vemos no texto é Jesus Cristo dizendo: “Paulo, não vou tirar esse espinho da sua carne, mas vou capacitá-lo através da minha graça”.

Qual é o problema da maior parte dos cristãos que conheço? Eles não dependem da graça somente mas tentam de todas as maneiras fazer algo para sua própria justificação.

A lição aqui é que devemos depender da graça. A partir do novo nascimento a graça deve se manifestar pois tudo a partir da salvação deve ser pela graça. Você pode perguntar: Mas pastor, onde fica Tiago quando a fé sem obras é morta?
As obras nunca podem ser para a nossa justificação.

Disciplinas para alcançar graça?

Dentro das nossas igrejas, sutilmente acontece uma tentativa de negociata com o Senhor. Orações com bases bíblicas, jejuns, promessas, são práticas habituais para se alcançar o que de graça nos foi concedido. Já pensou como seria a espiritualidade de uma pessoa, se em sua vida cotidiana, essas disciplinas espirituais fossem levadas tão a sério como nos dias em que queremos receber algo do Senhor?
Em tempos de “buscar a nossa bênção”, vale de tudo: Arrependimento profundo; orações e jejuns; reconciliação com irmãos; abstinência completa, etc.
Quero deixar claro, que não tenho nada contra as disciplinas espirituais, muito pelo contrário, eu as pratico e sei que delas depende a nossa permanência e relacionamento com o Senhor. Apenas creio ser muito perigoso e arriscado querer comprar o que não se pode pagar. Se recebemos algo de graça, é evidente que não precisamos pagar nada por isso. Simples assim. A benção de Deus não tem preço, é de graça!
Tentar induzir, coagir ou constranger nosso Senhor a mover-se em nosso favor com nossas práticas devocionais é insultá-lo, é colocarmo-nos à margem da graça.

Sempre achamos que temos algo bom em nós

O pensamento que temos é que podemos fazer algo para ajudar Deus. É sempre assim que pensamos.

Na pregação “Graça Irresistível e Depravação Total”, John Piper disse: “Não é que 99% de você seja escravo do pecado e uma parte de 1% seja bem esperta ou espiritual ou bastante bem-sucedida para produzir o que é exigido de você. Não há esse 1%, estamos 100% mortos em delitos e pecados e somos incapazes de fazer o bem. Você ama o mal de tal forma que não consegue fazer o bem. Você é tão inclinado ao orgulho, que não consegue ser humilde”.
Eis a verdade: Em nossa natureza não habita bem algum!

“16 Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. 17 Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. 18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. 19 Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. 20 Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim.” Rm 7:16-20
“20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive (diariamente) em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” Gl 2:20

“Pois todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como o vento, nos arrebatam.” Is 64:6

Quando pensamos que Deus está fazendo algo pelo que nós fazemos estamos negociando com Deus!

Podemos chamar tal prática de “mercantilismo espiritual” e isso é muito comum nos dias de hoje. Quando o homem desenvolve uma prática devocional, seja ela qual for, com o objetivo de receber algo de Deus, anula-se o pleno e perfeito sacrifício de Cristo. Não precisamos acrescentar nenhum esforço sobre a obra que Jesus concluiu.

“Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo justo justificará a muitos, e as iniquidades deles levará sobre si.” Is 53:11

Deus não divide a glória d’Ele com ninguém!

“Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura.” Is 42:8

Nosso devocional é muito importante!

Como já disse, devemos desenvolver o hábito do devocional diário, mas sem querer barganhar com Deus.
Não devemos orar e jejuar para Deus agir, mas porque Ele agiu fazemos essas coisas. Em outra dispensação, essa coisas de fato eram necessárias para a justificação. Mas nos dias de hoje, devemos fazer tudo isso para manifestar a nossa fé em Deus e não para sermos justificados pelas nossas obras.
Muitos tropeçam nesse sentido quando oram para ter poder, e não para relacionar com Deus; estudam a Bíblia não para conhecer ao Senhor e fazer sua vontade, mas só para preparar uma mensagem, texto ou canção; jejuam para acontecer aquilo que estamos esperando e buscando, e não para aguçar os sentidos e termos comunhão íntima com O Amado. É nessa hora que o sentimento de gratidão e o estado de dependência de Deus vão por água abaixo! Perdemos o sentimento de gratidão porque Deus não está fazendo de graça, tem um motivo, e o motivo é: Eu estou fazendo também. Perco o estado de dependência porque não dependo somente de Deus, dependo também das minhas práticas ou esforço próprio.

C.S. Lewis escreveu acertadamente: “O diabo manda armadilhas aos pares. Fugindo de uma armadilha é possível que eu caia na outra”.

Com uma “boa” intenção de fazer a coisa certa, nós podemos estar fazendo o certo da maneira errada. Veja o exemplo de Paulo quando ainda era perseguidor da igreja. Ele achava que estava fazendo um favor a Deus enquanto perseguia os cristãos, mas foi duramente reprovado pelo Senhor na estrada que conduzia a Damasco.

Não entendemos a graça

Temos certa dificuldade em lidar com a questão da graça, pois vivemos debaixo de um sistema de 
recompensas. Desde a mais tenra idade somos ensinados que se fizermos a coisa certa, então seremos recompensados, doutra sorte, nossas ações erradas nos trarão dano e punição. Não quero dizer que isso seja totalmente errado, pois de fato a lei da semeadura nos ensina que colheremos exatamente de acordo com o que estamos plantando. O problema surge, quando fazemos da lei da semeadura uma lei absoluta e irrevogável. A lei de Moisés está mais viva do que nunca nos dias de hoje na vida de muitos irmãos, eliminando a graça e o favor de Deus, fazendo parte do cotidiano, ainda que de maneira disfarçada. Nossa mente tem dificuldade em assimilar o favor de Deus.

É comum rejeitar o que nos é dado de graça

Por exemplo, se estamos em débito com alguém e este decide perdoar nossa dívida, muitas vezes resistimos o favor dizendo: “Que isso? Você está me ajudando, mas assim que puder, eu te pago”. Você já deve ter ficado constrangido, quando depois de almoçar com um amigo, este se dispõe para pagar a sua conta. Costumamos rejeitar a ideia dizendo: “Que isso? Deixa que eu pago”. Chamamos isso de “justiça própria” ou “auto justificação”, podemos chamar também de “Síndrome do jovem rico”, pois em Mateus 19, após Jesus ensinar sobre alguns valores do Reino de Deus, Ele é abordado por um jovem rico que lhe pergunta:

“16 ... (b) Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna? 17 Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. 18 E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; 19 honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. 20 Replicou-lhe o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda? 21 Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. 22 Tendo, porém, o jovem ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades. Mt 19:16-22

Jesus repreende este jovem dizendo que o único bom é Deus, e desafia o mesmo a abrir mão de suas posses para depois segui-lo. O jovem queria fazer algo de si mesmo para receber de Deus, mas como era de se esperar, diante do desafio proposto por Jesus, o jovem rico desistiu do preço proposto e foi-se embora. Veja que passou pela cabeça deste homem a possibilidade de se justificar. O sujeito cheio de “boas intenções” queria pagar pela salvação. Por isso muitas pessoas não compreendem a salvação como um favor imerecido.

Muitos cristãos hoje em dia estão sofrendo da doença dos Gálatas, pois querem acrescentar esforços ao sacrifício de Jesus.

Veja a exortação de Paulo aos Gálatas:

“1 Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. 2 Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. 3 De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. 4 De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.” Gl 5:1-4

A salvação é o favor imerecido para aquele que crê e confessa.

Isaias deixa claro que o que Jesus fez foi suficiente para que sejamos justificados completamente.

“11 Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.” Is 53:11
Nós não devemos ter problema com a afirmação que diz: “A salvação é um dom gratuito da parte de Deus”. Não precisamos fazer absolutamente nada além de crer e confessar, para sermos salvos. É o favor imerecido! É a graça!

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; 9 não de obras, para que ninguém se glorie.” Ef 2:8-9

Não podemos acrescentar um só esforço por menor que seja para a nossa salvação. Ele pagou toda a nossa dívida. O que Jesus fez pela humanidade foi perfeito, por isso a palavra nos ensina que Aquele que começou a boa obra nas nossas vidas é também responsável por terminá-la.

Mas será que a graça é somente para a salvação eterna?

“...tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus...” Fl 1:6
“Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus, 13 aguardando, daí em diante, até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés. 14 Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre (já está consumado) quantos estão sendo santificados.” Hb 10:12-14

Deus Pai aprovou o sacrifício de Jesus de uma vez por todas! O que Ele fez foi único, perfeito, suficiente e eterno! Ele pagou pelos pecados passados, presentes e os que ainda vamos cometer. Porque com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. Aleluia!
É favor imerecido! É graça! A salvação é o favor imerecido para aquele que crê e confessa.


Agora nos cabe entrar na plena dimensão da graça, que deve se manifestar em nosso viver diário nos provendo em todas as áreas.

“18b ...Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. 19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; 20 ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” Mt 28:18-20

“Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” Rm 8:32

“26 Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. 27 Ainda porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças, e as observeis. 28 E habitareis na terra que eu dei a vossos pais, e vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus. 29 Pois eu vos livrarei de todas as vossas imundícias; e chamarei o trigo, e o multiplicarei, e não trarei fome sobre vós; 30 mas multiplicarei o fruto das árvores, e a novidade do campo, para que não mais recebais o opróbrio da fome entre as nações.” Ez 36:26-30


Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.” Sl 37:5

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