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O cristão e a política. Parte 3. Pr. Edenir Araújo. Culto de Celebração - 27/12/15

O cristão e a polícita. Parte 3

2. O feminismo
We Can Do It! (Nós podemos fazer isso!) foi uma propaganda de guerra dos Estados Unidos criado por J. Howard Miller em 1943 para a fábrica Westinghouse Electric Corporation como uma imagem inspiradora para levantar o moral dos trabalhadores[1] . O cartaz é baseado em uma fotografia em preto e branco tirada de uma operária chamada Geraldine Doyle de uma fábrica em Michigan de apenas 19 anos[2] .
O cartaz foi visto pouco durante a Segunda Guerra Mundial. Foi redescoberto nos anos 1980 e amplamente reproduzida em muitas formas, muitas vezes não é chamado de "We Can Do It!" mas sim de Rosie the Riveter, que é a figura de uma forte trabalhadora de produção no período da guerra.
Nessa mesma década de 1980 essa imagem "We Can Do It!" foi usada para promover o feminismo[2] e outros temas políticos. A imagem foi capa da Smithsonian em 1994 e tornou-se um selo postal dos Estados Unidos. Foi constituída em 2008, em materiais de campanha para vários políticos norte-americanos para angariar mais votos de mulherese foi reformulado por artistas em 2010 para celebrar Julia Gillard, a primeira mulher a tornar-se primeiro-ministro da Austrália. O cartaz é uma das 10 imagens mais solicitados no National Archives and Records Administration (Arquivos Nacionais e Administração de Documentos dos Estados Unidos).
Quando se fortaleceu o movimento feminista?
O movimento feminista se fortaleceu nos anos 50 e num primeiro momento pareceu justo que as mulheres  reivindicassem os mesmos direitos dos homens de votar, o mesmo salário para fazer o mesmo trabalho e as mesmas oportunidades de estudar. De fato, havia legitimidade nessas coisas, mas o problema é que as ativistas feministas queriam que o mundo fosse visto a partir da perspectiva feminina. Acusando sempre a sociedade como patriarcal e machista. O ataque aconteceu principalmente a partir da igreja, porque segundo elas, a igreja é que ensina que o homem é o “chefe” da casa e o “cabeça” da mulher. A respeito ad Bíblia, questionaram também a figura de Deus como um ser masculinizado alegando que homens adulteraram o conteúdo bíblico com o intuito de masculinizar Deus. A partir daí propuseram então criar uma versão da Bíblia onde os substantivos masculinos referentes a Deus tivessem uma versão feminina. Trocaram a palavra Deus por deusa e o chamaram de Sophia que significa “sabedoria” ou "sabedoria divina”. Quanto a Jesus, decidiram que não mais seria chamado de “O Filho de Deus”, mas “criança de Deus”. Desde então, ser feminista passou a ser uma perseguição à família e a igreja.
A ideologia feminista ataca diretamente a família, o cristianismo e a Bíblia.
Ataca o cristianismo na sua essência porque diz que Jesus não chamou nenhuma mulher para compor sua equipe de doze discípulos. Hoje há uma corrente teológica feminista que está defendendo a tese que Maria Madalena teria sido a 13ª discípula e que os escritores do Novo Testamento, por forte influência judaizante teriam o mitido essas informações.
Para as feministas o cristianismo não valoriza as mulheres, mas Jesus sempre valorizou as mulheres. Jesus aceitou receber ajuda e adoração de muitas mulheres em seu ministério. O Deus que ama as mulheres tanto quanto ama os homens, rompeu uma série de preconceitos culturais e entre suas inovações está a participação das mulheres em seu ministério. Entre seus discípulos e seguidores, foram admitidas mulheres, em igualdade de condições com os homens. Jesus conviveu com elas, conversou, quer em particular, quer em público, procurou sempre atendê-las e escutá-las. Elas participam ativamente e foram beneficiadas com milagres e curas. Quebrou os preconceitos da impureza, deixando-se tocar pela mulher com fluxo de sangue. Ele mesmo fez questão de tocar o cadáver da filha de Jairo conforme Marcos 5:25-43.
Jesus não se esquivava de ser tachado de imoral e escandaloso, pelos fariseus, enquanto desafiava os preceitos legais e entrava em casas de mulheres sozinhas, como a de Marta e Maria. Lc 10:38-42
Outra prática inconcebível para um rabino da época seria ter um grupo de mulheres que abandonassem seus lares para segui-lo, viajando com Ele (Lc 8:1-3). Mas, a atitude de Jesus, com relação às mulheres é em muitos sentidos inovadora, até mesmo revolucionária.
Quando Jesus foi preso e condenado, com excessão de João, os discípulos fugiram, mas as mulheres arriscaram suas próprias vidas, permaneceram ao pé da cruz. Na sequencia da história, elas foram ao sepulcro, creram e difundiram a ressurreição. Elas participam, portanto, de todos os fatos e acontecimentos se serem reprimidas pelo Senhor.
As mulheres com gratuidade e prontidão dão resposta e tem presença marcante no discipulado de Jesus. As mulheres seguiam e serviam Jesus, conforme Mc 15:41. O mesmo Evangelista em 14:3-9 diz que uma mulher anônima unge a cabeça de Jesus com perfume de nardo puro (óleo perfumado, muito caro por causa de sua escassez). Essa era uma prática típica dos profetas, quando ungiam os reis: sinal de que as mulheres perceberam, na convivência com Jesus, o seu messianismo. Essa mulher é Maria Madalena que foi a primeira a ser enviada para anunciar a Ressurreição, foi a primeira a ser “ordenada” para o serviço da evangelização. Portanto podemos dizer que houve mulheres enviadas para o cumprimento do evangelismo.
Maria Madalena se destacou entre os homens e mulheres que seguiam Jesus rompendo preconceitos, superou barreiras para chegar até Jesus ungindo-lhe os pés. Assim, Jesus aprova esse gesto de amor e confirma “em verdade vos digo que, onde quer que venha a ser proclamado o evangelho, a todo mundo, também o que ela fez será contado em sua memória” (Mc 14,9). Ela que padeceu aos pés da Cruz, foi compensada com a Boa Nova da Ressurreição e a anunciou aos onze e a todos os outros (Lc 24,9). Marta e Maria foram amigas e discípulas de Jesus, cada uma ao seu modo. Maria é elogiada pelo próprio Cristo dizendo: “ela escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada” (Lc 10,42), isto é, porque ficou sentada aos pés do Senhor escutando-lhe a Palavra (Lc 10,39). Era assim que um rabino formava os seus discípulos, sentados aos seus pés, escutando sua palavra. Aqui Jesus aplica essa prática a uma ouvinte mulher. Marta, sua irmã, não fica para trás em termos de pastoreio. Na morte de Lázaro, ao chegar Jesus, ela corre ao seu encontro e confessa a sua fé e aguarda a atitude de Jesus. O milagre consumado ela sai proclamando para todos. Marta e Maria representam a acolhida da mulher para com os seus hóspedes onde o próprio Jesus era recebido com alegria e amizade após suas peregrinações e exaustivas pregações.
Quando falamos da mulher, sob o ponto de vista bíblico, temos que falar em Maria: a mulher Maria de Nazaré. Ela viveu num tempo e num espaço, num contexto determinado, inserida em estruturas familiares, sociais, econômicas, políticas e religiosas. Maria é apresentada como modelo para a mulher cristã. Vive na passagem do Antigo e o Novo Testamento, experimenta o que quer dizer ser mulher no judaísmo patriarcal, ao mesmo tempo em que participa e saboreia o gosto da Boa Nova trazida por Jesus. Ela toca na vivência a nova experiência comunitária libertadora que seu Filho inaugura, tratando as mulheres como iguais e integrando-as no projeto salvador do Reino de Deus. Sem deixar de viver, portanto, toda a imensa riqueza do Judaísmo e da reflexão de fé de seu povo, Maria é portadora, de uma nova esperança e um novo modo de ser mulher. Maria é para a mulher uma nova perspectiva de crer, de falar, de esperança e caminhos. Ela não é apresentada como estilo de mulher alienada, passiva e submissa, mas alguém que foi plenamente mulher de seu tempo, integrada na esperança e na luta de seu povo, participando com o melhor de sua força no projeto histórico do Reino de Deus.

Deus criou homem e mulher à Sua imagem e semelhança

Deus criou homem e mulher para a igualdade entre eles. Na pessoa de Maria de Nazaré, Deus fez a plenitude de suas maravilhas. É na carne e na pessoa de uma mulher que a humanidade pode ver, então, sua vocação e seu destino levados a bom termo, a criação chegada à sua meta. Maria com seu SIM a Deus, disse NÃO a tudo que se opunha ao plano de Deus, deixando assim, às mulheres um exemplo de luta para essa igualdade da criação. Em Maria, as mulheres encontram um reforço e uma ajuda na sua caminhada e na sua dura luta em direção à igualdade e à libertação.

A Mulher na época de Jesus e hoje

A participação da mulher na sociedade vem sofrendo profundas transformações. A mulher está mais consciente, busca igualdade sem perder o que é próprio seu. Hoje, mais do que nunca, a mulher vai à luta, está se encontrando como agente social, não é mais anônima, dá opinião e age com segurança frente as mais diversas situações. Acredita no que faz se sente importante. Não age por que alguém está cobrando ou por modismo. Na luta pela igualdade a mulher deve conhecer seus limites, pois não basta ser somente igual em seus direitos ou deveres, não basta mudar a linguagem, é preciso mudar, transformar as relações, as atitudes, a consciência, a mentalidade.
A participação da mulher na sociedade não deve ser encarada como complemento na vida. É preciso ter equilíbrio entre o espaço “público” (trabalho) e o espaço “privado” (o lar, a família).
Hoje é comum, moderno, o uso da linguagem integradora, porém, isso não é sinônimo de transformação, pois na realidade, no dia a dia a mulher se depara com os gestos e atitudes opressivas, patriarcais, excludentes.

O feminismo não foi feito para favorecer as mulheres

O feminismo não foi feito para favorecer as mulheres, pois as mulheres não estão ganhando nada com isso. Num primeiro momento quando as feministas diziam que estavam lutando pelo direito de trabalhar, elas estavam se contradizendo, pois a verdade é que elas sempre tiveram o direito de trabalhar, o que perderam foi o direito de não trabalhar.
Tradicionalmente, as mulheres ficavam em casa enquanto seus maridos trabalhavam fora. Mas com o avivamento de Gales e outros avivamentos as mulheres decidiram ajudar na renda da família se envolvendo em muitos serviços além do lar.
Como já disse, antigamente quando uma moça se casava ela tinha todo o direito de ficar em casa e o marido tinha a obrigação de sustentá-la. Mas isso foi perdido e hoje não tem mais volta. Alguns maridos até ordenam suas esposas a saírem e procurarem um trabalho. Não importa quantos filhos a mulher tenha ela terá de trabalhar. A lei brasileira diz que é responsabilidade de ambos, marido e esposa, sustentar a casa. A lei não dá nenhum direito a mulher de ser sustentada pelo marido. Ele fará isso se ele for um bom marido e também se quiser. Mas se ele disser que a mulher tem de trabalhar, como já disse, a lei está do lado dele. A lei brasileira diz que o sustento dos filhos é responsabilidade dos dois. Antigamente a obrigação era do pai, mas agora isso mudou para sempre.

Os campos de batalha

Na idade média era proibido trazer a guerra para dentro das cidades. Para isso existiam os campos de batalha para proteger as mulheres e crianças, mas hoje em dia a primeira coisa que fazem em uma guerra é bombardear as mulheres, velhos e crianças. Com o feminismo pregando a igualdade entre mulheres e homens, mulheres, crianças e velhos perderam o direito de estarem protegidos e resguardados. Perderam o direito de serem defendidos pelos homens.

O feminismo produziu independência

As mulheres cada vez mais estão independentes, e isso por conta principalmente da independência financeira. Muitos homens estão trocando o papel de provedor por dono de casa. Cada vez mais aumenta o número de divórcio também por conta dessa inversão de valores.

Homens femininos ou emasculados

O feminismo procura tirar a autoridade masculina. A autoridade do homem deriva não tanto de ele ser o provedor, mas também de ele ser o defensor. O dever milenar do homem é prover e defender a sua família até a morte. Por causa disso ele tem autoridade. Qualquer um que o defenda precisa ter autoridade.
Infelizmente muitas mulheres estão desprovidas de proteção e cuidado. Vivem inseguras e incertas sobre seus maridos. O que uma mulher mais anseia é encontrar segurança em um homem de Deus comprometido com a verdade e integridade.

O outro lado da moeda é que o feminismo criou homens violentos

Sem capacidade intelectual e psicológica para tratar com as mulheres, os homens se tornaram violentos e agressivos. Deixaram a razão e hoje tratam as mulheres de igual para igual na força física.

Todo movimento feminista é uma estratégia do comunismo para destruir as famílias

A visão esquerdista é desarmar os pais de família para que o estado possa assumir o papel de defender e assim exercer autoridade completa sobre a família como é hoje na Venezuela.
Hoje as mulheres podem até ir para a guerra. Em outros tempos isso seria considerado uma desumanidade, mas hoje elas podem até ser mandadas para a frente de batalha. Onde está a vantagem nisso para as mulheres? É um verdadeiro engano do maligno.
Tudo tem sido feito para feminilizar os homens. A feminilização da cultura não vai favorecer as mulheres. O resultado de tudo é mais destruição da família.
Um líder político americano de esquerda disse que fomentou o feminismo porque isso fez dobrar a contribuição de imposto de renda para o Estado.
Não se esqueçam que do ponto de vista sócio econômico os esquerdistas quer destruir o casamento e a família por conta do capital privado. Já na perspectiva sócio cultural, querem destruir a família patriarcal por conta de uma suposta desvalorização e inferioridade da mulher.

3. A Homofobia

Na União Europeia, estão tentando aprovar uma lei onde não será permitido em livros didáticos trazer a imagem da família tradicional pai, mãe e filhos. Segundo eles isso deve ser proibido porque induz ao preconceito homofóbico. Então a imagem de uma família não pode mais ser estampada publicamente.
Numa pesquisa do foi perguntado às pessoas se elas concordavam com a seguinte afirmação: “Deus fez homem e mulher de modo que eles pudessem cumprir o seu papel e ter crianças!” 92% concordaram, porque isso é verdade com relação a qualquer espécie animal. No final os pesquisadores concluíram que 92% da população é homofóbica. Em outras palavras, o governo está certo e 92% da população está errada. A democracia não é o governo do povo, pelo povo e para o povo? Você quer mais povo que 92% da população? No entanto essa imensa maioria não tem autoridade nenhuma.
O governo e seus parlamentares estão impondo um império gay a toda a nação contra a vontade das pessoas.
Nós estamos chegando num tempo onde não podemos mais expressar o que pensamos, porque tudo é preconceito com as minorias.

A ONU está propondo a criminalização universal da homofobia.
A palavra homofobia segundo os ativistas gays ou “gaysistas” significa o ódio contra os gys de maneira geral. Mas a questão é: Quando alguém se torna homofóbico? Não há uma definição clara para isso, e fazem isso de propósito. Sou contra qualquer tipo de violência e agressão verbal e física. Não acho que devemos tratar com desrespeito quem quer que seja. Todavia, se você se envolve numa discussão de trânsito com um homossexual isso é homofobia, se faz uma piadinha com homossexual isso é homofobia e se diz que o padrão de família é pai, mãe e filhos isso é também homofobia. Qualquer coisa pode ser homofobia desde que desagrade a elite gaysista. Eles estão ajuntando meios de adquirir poder para colocar na cadeia quem eles quiserem. Qualquer um que discorde do movimento pode vir a ser processado.
Há um sentimento de opressão por parte dos 92% de brasileiros que não aprovam o comportamento sexual. Por outro lado, há um abuso por parte dos ativistas gays, que de maneira agressiva e sendo aparelhados pelo estado se revoltam através de manifestações injustas e ofensivas a fé e os costumes cristãos.

As pessoas me perguntam se sou moderado ou radical nessa questão. Não é uma questão de gradação, mas de crer em outra coisa. Sou contra qualquer legislação que legitime esse tipo de conduta. O gaysista só entende as coisas do ponto de vista da sua preferência sexual. A sua preferência sexual se tornou a escala com que eles medem o mundo.
O que nós temos de discutir não é homossexualismo. O homossexualismo existe desde que o mundo é mundo e eu creio que cada um deve ter o direito de fazer suas escolhas sexuais. Eu considero as escolhas homossexuais pecaminosas, mas não quero proibi-las ou puni-las por causa disso. Mas o gaysismo é outra coisa. É uma ideologia tão perigosa quanto o fascismo ou o comunismo. No nazismo os alemães pensavam que eram uma raça superior e por isso tinham o direito de mandar nos outros. O gaysista acha que a orientação sexual deles é superior e por isso eles devem mandar na gente.
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Eu não estou surpreso com essa perseguição dos ativistas gays contra os cristãos

Foi assim desde o início da igreja!
O historiador romano Suetônio escreveu em seu livro “As Vidas dos Doze Césares”, livro do século 2, sobre os hábitos dos governantes do fim da república e do começo do Império Romano. Dos 12, só um deles, Cláudio, nunca teve relações homossexuais. O mais famoso, Júlio César (100-44 a.C.), teve aos 19 anos um relacionamento com o rei Nicomedes – César era o passivo. Entre todos os romanos, os mais excêntricos foram Calígula (12-41 d.C.) e Nero (37-68). O primeiro obrigava súditos a beijar seu pênis. O segundo teve dois maridos e manteve relações com a própria mãe.
No primeiro século não apenas Suetônio, mas também Tácito constatam a generalização de matrimônios entre homens, sem restrições já que o casamento na sociedade romana era um contrato privado. O imperador Nero foi o primeiro imperador romano que se casou com outro homem, e ele fez em duas ou três ocasiões públicas: no papel de noiva com o liberto Pitágoras; como noivo de Sporus, a quem mandou castrar; Suetônio cita um possível terceiro, Doríforo, mas parece ter se confundido com Pitágoras. Edward Gibbon já em 1776 confirma que dos doze primeiros imperadores somente Cláudio se interessava exclusivamente por mulheres. Todos os outros tiveram meninos ou homens como amantes.
Por que você acha que os cristãos eram tão perseguidos pelo império Romano? Eu presumo que a perseguição era uma repreensão aos costumes cristãos de preservação da família bíblica.

Os três pilares da família

Todo casamento está baseado em três pilares: espécie, gênero e número. Sobre a espécie não precisamos falar muito ainda que haja casos registrados de pessoas se casando com cavalos e jumentos em outras partes do mundo. Sobre o gênero se refere a homens e mulheres e, o número se refere a um único casal. Mesmo no islamismo onde há poligamia cada mulher tem a sua própria casa, ou seja, é um homem que se casa com várias mulheres, mas vive com uma de cada vez, não é uma orgia sexual.
O problema é que o pilar onde se apóia o número é o gênero. Só há duas pessoas porque há apenas dois sexos. Se removermos o gênero então podemos ter a configuração que quisermos para a família. Uma vez que o gênero não existe então podemos ter um casamento entre três, quatro ou trezentas pessoas. O que vai acontecer é que um grupo de ciquenta homens vai se unir numa orgia e vão chamar isso de uma nova configuração da família.
Por causa disso o casamento gay não faz nenhum sentido. Não apenas por causas morais ou religiosas, mas por causa da própria realidade. Ele vai provocar uma desordem social generalizada.
As pessoas que engendraram tudo isso não eram inocentes. Elas estão cientes de tudo isso. Elas sabem que no futuro haverá essa crise social e se apresentarão para resolver o problema com soluções de dominação política.
Devemos tolerar a homossexualidade, mas não devemos normalizá-la. Qual a diferença? O sujeito é um bêbado. Devemos tolerá-lo no trabalho e em outros lugares, mas nunca deveríamos normalizar o alcoolismo. A mulher traiu o marido. Não devemos discriminar e mandar matá-la como se fez no passado, mas nem por isso precisamos normalizar o adultério, dizer que a partir de agora o adultério tornou-se um direito adquirido e ninguém tem pode falar mal. É isso que estão fazendo com o homossexualismo.

Num casamento homossexual não existe a definição de papéis sexuais. Se não existe definição de papeis sexuais então qualquer relação humana com função sexual passa a ser casamento. Isso quer dizer por exemplo que o número de pessoas envolvidas não importa. Pode ser um casamento entre 16, 40 ou mais pessoas. Pode ser também entre 30 homens ou 40 mulheres. Como não existe a intenção de procriação, então nada impede que um homem se case com o seu filho ou com a sua mãe. Se aceitamos o princípio do casamento gay a destruição da família é automática. Depois que o caos for estabelecido alguém vai se apresentar para trazer uma nova ordem.

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